Fila de senhas, cadastro dos consulentes, agenda das giras, financeiro, trunqueira e avisos por WhatsApp — tudo em um lugar só, feito por quem vive a rotina de um terreiro.
Uma gira acontecendo, como a recepção vê.
Nada disso é falta de cuidado. É que gira cheia não deixa tempo para caderno.
“Quantas pessoas a gente atendeu no mês passado?”
Ninguém sabe ao certo. O caderno da recepção some, e o que ficou foi na memória de quem estava lá.
“Avisaram todo mundo da gira de sábado?”
Alguém mandou no grupo, alguém esqueceu. Sempre chega um filho que não ficou sabendo.
“A vela branca acabou no meio do trabalho.”
Ninguém tinha como saber que estava no fim — o controle era o olho de quem abriu o armário por último.
“Quem já contribuiu com o rateio da festa?”
A lista está em três lugares diferentes e nenhuma delas bate com a outra.
Três coisas que acontecem sozinhas depois que a casa está configurada.
A recepção busca o consulente pelo nome, emite a senha e pronto. O sistema separa preferencial de comum, primeira visita de quem já veio, e mostra quem está no passe, quem espera consulta e quanto tempo cada um levou.
Cinco dias antes, três dias antes e no dia da gira, o convite vai por WhatsApp para quem autorizou receber. Quem chega pela primeira vez recebe as orientações do rito junto com a senha.
Velas por cor e itens da trunqueira com nível de cada um. Quando algo chega perto do fim, a casa é avisada antes — não durante a gira.
Cada parte nasceu de uma necessidade real de terreiro — não de uma lista de funcionalidades.
Sem plano básico capado, sem cobrança por consulente atendido. A casa inteira, por um valor que cabe.
Dividido entre 25 membros, dá pouco mais de um real por pessoa — e o sistema tem um módulo de rateio para a casa dividir isso entre os filhos, se quiser.
Preço de lançamento: quem entrar agora mantém esse valor.
Preencha e o sistema da sua casa fica pronto em alguns minutos. Nada é cobrado nos primeiros 30 dias.